quarta-feira, janeiro 16, 2008

Um dia cheio no trabalho

Parado na beira do porto, busquei um povo que prestasse pra emprestar um palito de fósforo pra carburar um boldo que peguei na bolsa de palha branca do barraco daquele pobre. Pudera, a brisa apagou a brasa. Barga. -Me empresta a bic? Ou a bituca daquele podre? Passa. Roda. Laras. Bolacha. Bono ou da seven boys a bisnaga. Brahma, Boemia ou Itaipava. Calabresa com cebola, propõe a cagada. Privada de barro, a bosta pra fora, leitura sagrada. Se não, não cago. Bravo, saio amarrado, no balcão debrussado da bela Patrícia. Sorria. Filme queimado. Um pega na ponta, aliviado. No Carmo, um soco na cara, tiozão viado. Indião sargeta. Quase treta, Tizão deitado. Tormenta, Hombre parceiro, carro na rua, aberto e sem passageiro. Sereno, a noite é dia. Lisérgico. News no banco, nuno manco, mergulho no canyon. Desde lá, a falta sentida. Ceias distintas, virada perfeita. Vibe master, canhão na areia. Chemical, agua benta, depois da noite o sol. Vem lá de longe. Mol?

4 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Poema Gilson Rampazzo?

Trezza atrazzado: sumiu, deu fuga!

flagrado por um paparazzo

na areia, com a pirassununga,

vulgo 51, na praia da sununga.

De sunga?

Não.

Pelado, mostrando a bunda.

11:40 PM  
Anonymous Anônimo said...

Molstrando a bunda.

1:51 PM  
Anonymous Anônimo said...

Molstrando a almolfada.

2:09 PM  
Blogger miluramalho said...

escrever realmente nos ajuda a não definhar...

2:11 PM  

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