segunda-feira, fevereiro 20, 2006

GRATITUDE

Fica aqui um muito obrigado a todos que curtiram o show e a balada do último sábado na House. Valeu mesmo! Foi mto foda! du caralho! Shozin da Junky como há muito tempo não se via! Vibe máster da galera! Um obrigado especial para o Serginho, que cedeu o espaço, para a Ana, que cantou Consciência Terráqueos e para o Doug que quebrou tudo na guitarra. Esperamos que seja o primeiro de muitos shows desse ano. Junky Clan 2006. É nóiz!!!

6 Comments:

Anonymous Anônimo said...

É isso aí !
Vibe master no show com convidados ilustres ! De balada em balada o clã só cresce, o delírio é lúcido e o clã agadecse !
Sem mais palavras,
MOL

12:50 AM  
Anonymous Anônimo said...

Ueba!!! Junky na área!!
AMO!!

11:06 AM  
Anonymous Anônimo said...

A quem acredita em milagres, comenta maldade e não sabe dizer a verdade


Pensei acho que umas 12 vezes se eu entrava aqui no blog e escrevia ou se eu me calava para sempre. A verdade é que eu sei que não vai sair nem 30 % de tudo que pensei naquele show. Sei que eu precisava de um papel e uma caneta durante o show. Ou melhor, uma câmera na mão e uma idéia na cabeça, já dizia o Prof Heron quando nos ensinava o Cinema Novo.
Naquela noite do show de repente o som ficou de fundo....ainda via vcs pulando numa puta vibe legal no palco, e me lembrei do dia que entrei no estúdio El Rocha para ver a finalização do cd Holística Mistica Crônica Rimada. Eu estava sentada escutando muito alto consciência terráqueos de olhos fechados, quando abri os olhos percebi que todos estavam calados e pensativos, pq aquela música trazia algo para cada um. O osama abriu a porta e nos mostrou a capa do cd. Como fiquei feliz. Uma capa simples e linda ao mesmo tempo.
Lembro que tínhamos alguma pressa e uma única certeza. Voltei para o palco e vi 5 homens fazendo muita gente dançar. Olhei ao redor e dei risada. Eu vi que existiam pessoas pensando talvez na mesma coisa que eu pensava. Tive uma vontade de deixar a pista e subir no palco. Achei melhor criar raízes no local onde eu estava e de repente lembrei da gente na casa do xarlis decidindo quais seriam os veículos que mandaríamos os cds. Vi a gente entregando cds na Vila Madalena. Reparei um pouco melhor no show do lançamento do cd no Milo Garage. Voltei de novo para o palco e me arrepiei, o doug estava destruindo tudo com a guitarra, como o som estavam bom. Uma participação especial que deveria sempre acontecer, o show fica diferente do cd. Falando em cd, tiveram aquelas pessoas que nunca vi na vida q me perguntaram de cds. Não me pergunte pq chegaram até mim para perguntar isso, ainda olhei minha roupa, procurei um crachá, disse que poderia pegar o telefone deles p/ entregar o cd depois. Só agora lembrando disso, pensei melhor no aquelas pessoas devem ter pensando qdo pedi o telefone delas p/ eu entregar depois os cds. Deixa isso p/ lá. Afinal ninguém me deu o telefone mesmo. A minha amiga pediu o cd e roubei um do jonny, e agora essas horas o cd já está em Londres e quem sabe logo mais em Berlim. Esmaguei minhas mãos uma sobre a outra, tive vontade de subir no palco e sacudir a cabeça de cada um. Achei que ficaria péssima essa minha participação, então lembrei do Cinema Novo. Que raiva que não sou mais do Na Freqüência e não estava com uma câmera, a idéia? Já estava no palco, era só filmar. O show estava sendo histórico, pelo menos para mim que estava lá longe e não grudada no palco como de costume. Queria apenas filmar aquilo que eu vi no palco e vcs não. Queria mostrar o quanto vcs são ótimos no palco, queria derrubar qualquer barreira q vcs me contassem ou apresentassem, vcs não viam o que eu e a galera víamos. Uma galera que acredita no som que vcs apresentam. Então pensei na palavra acreditar.... olhei de novo para vcs.... resolvi abrir o dicionário aqui em casa: “Crer; dar ou estabelecer crédito; abonar; conferir poderes a (alguém) para representar uma nação perante um país estrangeiro; ter fé em; confiar; adquirir crédito. Vi nós sentados na varanda do xarlis. Pensei que talvez aquele show na minha frente poderia ser o último ou o penúltimo. Vi na minha frente o email do cara da Outra Coisa. Mandei ele a merda. Desejei tanta gente naquela pista. Respirei fundo, pensei no fato de ter aquele show a cada 15 dias, “de balada em balada o clã só cresce, o delírio é lúcido e o clã agradece” e aplaudi muito como se fosse a última vez.

12:05 PM  
Anonymous Anônimo said...

caralho que comentario fudido Mari. Quase chorei, sério mesmo. É sempre bom saber que pessoas como vc curtem o nosso som desse jeito. É sempre um estímulo a mais pra gente continuar batalhando. Beijos, Índio.

1:13 PM  
Anonymous Anônimo said...

Mari, eu acho que eu tô devendo uma idéia com você (e com o Jony) ao vivo. Se tiverem a fim de passar na USP esta quinta...
Valeu pelas palavras, e por acreditar.

MOL

10:43 PM  
Anonymous Anônimo said...

SEM PALAVRAS MARI!

VALEU PELA CONSIDERAÇÃO!

E VC NÃO SABE COMO FAZ DIFERENÇA OLHAR PRO FUNDO DO SHOW, PERTO DE UM BAR, VOCÊ E O JONNY!

SEM PALAVRAS.....

9:37 AM  

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