sexta-feira, novembro 25, 2005

Mundo é vai e volta.........

Por vezes ouvimos o nosso DJ desconsiderar os singulares BEATLES. Sem muita explicação e sem muito alarde ninguém pesou na dele por este fato. Mas uma hora todos tinham certeza absoluta que a maré iria virar, isto é, se inaugurou o tempo em que o Dj trezza vai orar pela alma dos liverpoolianos. Isto porque, sem entrar nos méritos a respeito do vacilo, o dj esqueceu os discos. Entramos na facu, onde gravariamos um programa de tv, e logo de cara notamos o vacilo. Mas vá bem, tinhamos horário a seguir, buscar os discos era impossível, solução: Se vira mol!!! Logo na entrada uma exposição de arte, e o quadro mais loco era qual?? Um polvo cagando ao fundo. Profético. Nisso passa um tiozinho com um quadro cheio de discos, mas estavam colados, fudeu! A solução passa a ser xavecar o responsável pelo aMOLxerifado para discolar um vinil qualquer. E qual que surge? BEATLES, duplo, um clássico. Com músicas tipo, Yelow SubMOLrine...ou Hey Mol...ou Imagine Mol.....ou reMOLver....músicas compostas pelos fabulosos, Paul MOLcartney, George MOLrinson e Moln Lenon. E não é que eram dois discos, ótimo, se vira pra riscar. 2 músicas eram a previsão, OUH! Sem scratch, e consciencia terráqueos. O produtor, que ajudou nas corres do disco, era o Piz, primo do Xis. O diretor era o Américo Vespúcio, que soltou a pior do ano, o "take Stevie Wonder", que bosta!!! A apresentadora era a pampa mais soltou um junky klein que foi foda.........Acabou Ouh! e os cara desligaram tudo, tipo, foda-se consciencia, ou foda-se os scratchs do Beatles, ou foda-se total!! Mas firmão, OUH rolou a pampa. E a promessa fica no ar, a partir da hoje o Mol vai ter que rezar toda noite para os besouros, isso que nas antigas o mol cultivava um beatle no pescoço, que infelismente foi cortado. Mas deixou saudades, verdade que assim ficou melhorou, mas a profecia já estava escrita. Sargent Pepers Lonely Mol forget band, we houpe you enmol the show.........

quarta-feira, novembro 23, 2005

Junky Clan participa do programa Atitude.com

A banda de Hip Hop Junky Clan participa do programa Atitude.com na TV Cultura nessa segunda-feira, dia 28 de novembro às 18h30. O grupo apresenta o segundo CD da carreira, Holística Mística Crônica Rimada.
Formado pelos MCs Índio, Ortiz, Osama, Xarlis e pelo Dj Mol, o quinteto está na estrada desde 1997. O disco apresenta 15 faixas, incluindo as vinhetas, que dão dicas do bom humor e diversidade dos integrantes. O comportamento humano, as guerras e a destruição ambiental são assuntos que justificam o alerta que o Clan faz na faixa Consciência Terráqueos. Paulistanos, cantam em São Paulo Cinzenta, que a cidade onde moram não é tão branca e nem tão preta e relata o perfil de quem enfrenta a metrópole todo dia.
O Atitude.com é um programa ao vivo voltado aos jovens. Todos os dias participam um convidado especial e uma banda paulistana para discutirem um tema selecionado. Apresentado por Anelis Assumpção, de segunda à sexta, das 18h30 às 19h00, o programa existe há seis anos na TVE/RJ e neste ano entrou em parceria com a TV Cultura. Junky Clan no Atitude.com -TV Cultura Data: 28/11/05 Horário: 18h30
Mariana / João Assessoria de Imprensa Junky Clan assessoriajunkyclan@yahoo.com.br

segunda-feira, novembro 21, 2005

Entre Jundiaí e Atibaia

Fim de semana livre. Há tempos não existia isso. Com a certeza de que quem pode andar por você é suas próprias pernas. O decreto de que ninguém mais do que vc mesmo pra saber o que quer da sua vida, e seus eforços podem resultar num fortalecimento do coletivo. Podem. Mas nem sempre dão certo. Amadorismo? Talvez. Sabe aquele molde Ricardo Barreto da comunicação: Quem fala, o que fala e quem recebe. Apesar de sincronizados no planejamento, a realização não correspondeu. Eu também, poderia prever o nível da organização e ter marcado em cima (ainda mais), ou até ter concluído que não valia a pena. Já que voltamos a anos atrás em que pagamos pra tocar, ou melhor, para não tocar. Acreditei, simplesmente acreditei que poderia me engajar com quem realmente agita o movimento. Errei! Podia ter chegado antes e tocado, ou ensaiado, embora o grandioso palco fosse um bar no meio de um Ginásio de Esportes. Presépio ainda maior por se tratar de uma outra cidade, e não um outro bairro, antes imaginado. Presépio maior, três carros, três gasolinas, seis pedágios, e um único conforto 8 boas companhias. E claro, uma praça com igreja, o mato na estrada, uma padoca no fim do sol, umas brejas, fritas e polentas e um x-salada na de "um" pra amenizar. Se não fosse tão longe seria uma ótima opção para uma breja no fim de semana. O que segurou mesmo foi a companhia de extremo agrado. Na volta, calma, paciência.... "Nem tudo está perdido meus amigos, nem tudo está perdido meus camaradas.."(PMZ). Lição: Nunca confie no que ouviu dizer, nunca agite nada sem antes olhar na bolinha do olho, nunca acredite no pote de ouro sem antes saber a que andas o arco-iris. E outra, apesar de tudo, como é bom sair da cinzenta metrópole, sair da cidade ir pro campo. Prefira polentas do que fritas. De noite, já na Cinza, a intenção do cinema, o peido, e a glória, valeu MOL, por mais uma vez salvar e com muitíssima qualidade. A família agradece. Pra terminar com estilo, e graças a pirataria cada vez mais qualidosa, JoGoS mOrTaIs 2, em casa, novamente assistido com enormes reparos antes não percebidos elevando ainda mais o nível deste roteirista que quebra todo mundo, mexendo como diz o principal do filme, com a natureza humana. Complexa. O sol resolveu nos agradar, que isso dure até caraguá. Ae! Confirmado! Abraço.

quinta-feira, novembro 10, 2005

Fabulosa

Passeava pelo mato uma jaguatirica. Certa de que o caminho para o dourado era aquele, o mais sinuoso. Durante muito tempo perdida, longe da trilha, sobreviveu. Feliz até. Até saber que o caminho a ser alcançado era muito mais ingrime do que imaginava no mais profundo de seu sonho. Parou debaixo da subida, olhou pra cima e pensou em desistir. E pensando, ela começou a caminhar, andava, pensava, parava, e voltava a andar. Quando se deu conta já estava na metade do caminho. Satisfeita com a sua própria vontade, ela cansou. E a idéia de subir mais aquela montanha enorme aflingia. O tempo começou a fechar, a chuva caiu e o enxarco tomou conta. Se segurando em árvares e troncos ela, por um minuto, pensou que talvez não devia ter subido até lá. Hesitou. A noite chegou, a cabeça voou e o frio alastrou. A caminhada já deixara marcas que o tempo não seria capaz de apagar. A satisfação por ter chegado a tal ponto já lhe agradava. Os netos já teriam história pra ouvir. Mas, na verdade o caminho estava na metade, e a próxima parte prometia muitas dificuldades, o tempo não dava tregua. Amanheceu com a tempestade. A angústia dominava, o tempo piorava e ela ficou parada. Com a certeza de que o dourado lhe traria a paz e fartura, apesar da tensão, ela por várias vezes pensou em voltar. Só que o que era não reparou é que voltar, ou melhor, descer, seria tão ou mais dificil que subir. E descer, faria com que desconsiderasse toda a glória da subida, e isso a encomodava. Dias e dias passaram e lá, no mesmo local ela continuou a subir, bem devagar, pensando sempre em descer. Foi subindo, desanimada, o sono chegou, e na encosta do morro, num tronco ele dormiu. Sonhou. Sonhou que desceu. E chegando lá embaixo as cores estavam mais opacas, mas a vida continuava, como sempre, na rotina. Deu um pulo e acordou. Decidido a voltar. E não pensou muito e começou a descer. Passou pelas barreiras que havia derrubado e carregou-as para baixo pra mostrar aos netos do seu pseudo-sucesso, do seu fracasso na verdade. E eram recordações belíssimas. Chegando lá em baixo, o dia no fim, apontava o seu cansaço. Ele dormiu. E novamente sonhou. Sonhou com o dourado. Sonhou que de onde ele estava faltava pouco pro dourado, mas esse caminho era sinistro. Acordou no susto. E preferiu esquecer do caminho. Viveu a vida inteira imaginando o que teria acontecido se ele tivesse subido. E esse sentimento a perseguiu durante todo instante. Teve filhos. Teve netos. Teve a chance. Próximo aos 80 anos faleceu. Os netos dispostos a realizar o pedido da vó, a carregaram até onde ela pediu pra ser enterrada, no dourado. Vislumbrados com a vista, os cinco netos, que subiram rapidamente até lá, enterraram a vó, rezaram, e por lá ficaram. O tempo mudou, a chuva não deu tregua por meses, e a montanha foi submersa. O dourado agora era a planície. Todas as marcas deixadas pela avó foram apagadas. De longe um dos netos avistou um morro com o topo brilhando. Sem hesitar e devagar começaram a subir, o tempo fechado não ajudava e os netos na encosta do morro dormiram. Não sonharam.

terça-feira, novembro 01, 2005

Junky Funky Style

Só modelo.......