Grafite land
Num grafite voador é onde a gente estava/ sobrevoando a névoa da são paulo ensolarada/ Olhando para baixo a sombra e o vento/ muitas pessoas andando e um correndo/ era um muleque que corria desesperado/ só dava pra ver o seu rastro lá do alto/ um colorido no meio do monocromático/ um espaço de tijolos no muro grafitado/ e o muleque não para, segue a pista, daqui parece correr da polícia/ tá condenado e nem sabe pra onde ir/ não sabe aonde vira pra fugir/ de que? pra que? da onde?/ mas na sua frente não passa mais aquele bonde/ buscando um lugar pra se esconder, e num muro de esquina ele não se vê, mas vê a vida/ que desta visão é bem mais colorida/ poeira, pó, fumaça/ e pra quem vive na cidade isso é uma desgraça, não, não, não tem como parar é só respirar que dá vontade de espirrar.....azzzzzzzz, fez um zumbido, e quando viu seu espirro era colorido/ ele olhou para o muro e viu um buraco/ achou por um momento que tinha reencarnado/ mas tava errado, no sonho ele viu, foi desgrudado/ no junky mundo o profeta revela e insiste/ o milagre aqui foi dar vida a um grafite.........é foda, quando eu vou escrever qualquer coisa neste blog, por mais que a idéia seja uma letra, vira um texto rimado. Mas acho que dá pra aproveitar alguma coisa. Alguem se habilita a me ajudar a fazer a letra. Aliás, alguem que conheceu o indio sabe onde ele tá? no blog ele partiu, e nunca mais voltou. Só uma coisa a dizer: LAMENTÁVEL


2 Comments:
e tem mais, não é só o indio não.
olhem todos os posts deste mês, e vejam se tem algum que tenha sido feito por alguem que não eu ou o xarlis.
na moral, não custa nada......
ae junqueira!
tá bem loko! vou aproveitar e acrescentar.
até domingo to constando com algo.
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