Mas se toda vez que eu tiver que exaltar minha raiva comendo a sua noiva, já era. No seu casamento ela vai casar grávida. Como? Ela não era virgem. Me jurou. Fez-me promessas que o líquido só desceria após a completa dilaceração do antes virgem, hímen. Não doeu? Lógico o bambú de diâmetros assombradores rachou, tabaca dura!
Era assim, nas noites insólitas e sólidas, solidão. Nas encostas das arvores e seus entornos da rodvia mais louca do mundo, Transamazônica. As reflexões realmente tomaram meu tempo, me vi sujo, de vermelho. A noiva. A virgem. Não mais inocente, eu a fiz mulher, fêmea. Fêmea minha aqui na vila era rainha, não deixei de vê-las nem quando minha espinha fisgou. Puta que dor. Fisgou por causa do futebol. Por causa da falta na verdade. Sua. E a raiva corroeu. Tudo. É, talvez eu não tenha escolhido um bom modo de exaltar minha raiva.


1 Comments:
Acabei chegando aqui por acaso e gostei muito - textos totalmente cotidianos e bem escritos.
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