quinta-feira, abril 07, 2005

Lírica lícita líquida límpida na lápide

Dilúvio, diante do divino dom dado por Deus, derramo do décimo degrau da divina divanéia da adega a deliciosa e desgostosa lágrima. Lapidei a lage, lancei a luz e lhe deferi golpes com a lança luminada parei e pensei. Busquei a bula que burbulhava no bule. Quis entender o que comopunha o calice cinza e o que capacitava aquele cão a usar a capa crua cuja coluna corcunda concordava com a sua costela. Aliei os aliados adentrei o ar e amenizei o asco criado pelo astuta e não menos abismado abelardo e seus fiéis. Fui, fiz e fui fundo na fundação do frenético fim finito da fauna de filas. Nauseas, nada nem ninguem nega a navegação do nau do papa-nicolau nem do nestor, neto de nilson, o inigualável neófito. Fito plancton, pesando no pés de pedro, que pecou e negou por 3 vezes a patronagem do patrono do reino dos papas, sangue suga, sangue sujo, safado e siliconada na saia das senhoras de secília, perto da grécia. Gregos gordos ganham muita mais gamão doq que os troianos ganham a guerra dos 15 dias. Janjulão, jegue, jorgei....... Hugo....................

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

ô, será que alguém assistiu as aulas de aliteração e assonância do gilson rampazzo??!!! :P BOM!

2:48 PM  

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