Gordon Harry e a visita olística ao centro da terra
O dia que aponta por de trás dos montes ghilus o sol que nasce incrivelmente laranja com restícios de um dia que, no mínimo, se tornou o mais olístico na vista do famoso plebeu Gordon Harry, filho de Gordon Barry, do reino de Folstroy. O alvorecer demorava...Tudo que estava a volta dele parecia um infinito compreendido na grande área de uma casca de ovo, o escuro era temível, até mesmo para ele, o destemido. Gordon, em meio a sua andarilha, parou, pensou, e sentou, sacou seu cigarro do bolso e uma ponta, acendeu as duas de forma sincrônica e planou pelas nuvens que acima de sua cabeça formavam figuras. Um sujeito feio, barbudo, de capa cinza passou pela sua volta e demarcou o seu entorno, formou um círculo que de longe mais parecia um quadrado e sentou ao seu lado. Assustado, o destemido Gordon, pensou em se levantar, foi quando, com uma voz mais que suave, o substimado mendigo lhe ofereceu duas pontas de um cacto verde, quase fluorescente, o que de imediato atraiu a sua atenção. O que havia de tão mágico naqueles cactos, Gordon os olhava como um urso olha para um peixe depois de sua hibernação. Ao fundo tambores suavam em ritmo sincronico, lento mas forte, muito forte. Em meio ao ritual de adoração, o sujeito sujo, disse ao destemido: - Coma!!! Coma!!! E mastigue muito bem, isso será o seu guia para a viagem mais densa da sua vida rídicula e mal explicada.....
O espirito tomou conta de Gordon que logo começou a morde-los, o gosto era péssimo, mas o cheiro, puta, o cheiro era muito bom e foi adentrando o seu nariz e logo a sua volta se tronava vermelha, e as larvas passavam mas não queimavam, era uma caverna. O destemido, com medo, começou a explorá-la e andou........andou tanto que as bolhas estouravam em seu pé. Ele não parou de andar. Andou até perceber que andava em circulos mesmo andando sempre em linha reta. Relutou até parar, olhar pra cima e enxergar o porão de sua casa, puta que pariu, ele estava embaixo da terra. Morto? Não, muito mais vivo, perto dos vermes, longe das casas. O calor começava a incomodar tanto que despido, Gordon sentou sobre a única pedra que lá se encontrava. Não sentia mais seu corpo, uma gota caiu sobre a sua cabeça e ele não se molhou, seu corpo naão estava lá. Seu corpo estava no mesmo banco em que estivera sentado e o mendigo já não estava lá. Quem estava lá?


7 Comments:
Gordon Barry
e como nao falar do querido Gordon e seu banco de praça infinito...ciclico holistico
Gordon Banks, o goleiro q num voo de condor defendeu a cabeçada fulminante de sei lá quem que vestia a canarinho.
Agora, só uma pergunta: WHO FUCKIN FARTED???
Gordon Harry: Um peido na cósmica olística.
Não, não, não. PORRA!!!!!!!
Quem estava lá? Lógico que não era o pai e nem banks.........era alguém muito mais transcedental do que um ser humano, era uma coisa muito maior.........
Já advinharam?]
era o meu bengolinho??
Tava teu pai de cueca fio dental enfiada no cú...merda
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