Gordon e a maravilhosa fábrica de anões menisquentes
No alto da capdócia, perto de onde Deus jamais esteve. Um lugar esquecido no meio do vale das minas de Bree. Os dias mais parecem noites, as noites persistem durante o ano inteiro. Ao longe podia se avistar uma luz vermelha, a impressão que aos ouvidos chegavam era de que existia movimento na tal luz esquecida. Algo de mágico atraiu os passos de Gordon, Barry, filho de Gordon Harry, que prontamente começou a caminhar atraido pela única luz em um raio de muitas milhas. O caminho que parecia ser curto, tomou dimensões jamais imaginadas por Gordon, que caminhou até desfalecer por completo, e, seu corpo, já sem energia, pedia água. Foi neste exato instante, que alguém começou a mexer nos bolsos do destemido, buscando a sua carteira, as suas jóias, mas o que não podiam imaginar é que aquilo que tanto procuravam estava enrolado em seu pescoço. Um lapso, um triso, um susto. Gordon acordou pelado, somente com o seu óculos, que o permitia enxergar em seu dorso uma tatuagem de um pequeno homem com um M desenhado em seu olhos. Embaraçado com a situação, o destemido Gordon começou a correr, nú, até chegar bem próximo da luz encandecente. Quando chegou lá, ouviu vários barulhos que pareciam ruídos de animais, hrrmmmmmmm...hrmmmmmmmmmmm.
Foi se aproximando cada vez mais, até que observou uma sobra que aparecia no fundo da cratera, era um anão. Aquela cena prendeu sua atenção, até que de uma sombra, se formaram duas, dois anões, discutindo e depois brigando muito por um objeto que gordon não destinguia. Isso lhe impressionou muito, ele, curioso adentrou a caverna, e qual não foi o seu espanto quando olhou a caverna e viu centenas, talvez milhares de anões. Dividos em grupos, o buruburinho dava o tom do local, todos escondiam coisas um do outro. O barulho era infernal. Inesperadamente, uma voz grossa e rude surgiu, calando todo o burburinho. Gordon se assustou e em uma pedra se escondeu. Ressabiado, olhou de canto para a caverna e viu ele. Quase não acreditou. Quis sair correndo ao seu encontro, mas lembrou do ocorrido e parou. Porque? Quem estava lá?


2 Comments:
TO BE CONCLUDED...
tava eu e tua mãe, e não é necessário dizer o que estavamos fazendo, né?
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